Entre la represión y la resistencia
experiencias de lesbianas adultas y mayores en el sudeste brasileño
DOI:
https://doi.org/10.46661/relies.13222Palabras clave:
lesbianismo, historias de vida, generación, envejecimiento, visiblidad lésbicaResumen
El presente estudio tuvo como objetivo comprender cómo distintos regímenes político-morales moldearon las trayectorias de mujeres lesbianas mayores de 50 años en Brasil, articulando experiencias vividas en contextos de represión estatal, redemocratización, conquista de derechos y recrudecimiento de discursos reaccionarios a partir de la década de 2010. Se trata de una investigación cualitativa, de diseño transversal, basada en la técnica de historia de vida. Se realizaron entre dos y cuatro sesiones de entrevistas semiestructuradas, grabadas y transcritas íntegramente, con siete mujeres lesbianas pertenecientes a dos grupos etarios (52-55 años y 64-77 años). El material recopilado fue analizado mediante Análisis Temático Reflexivo. Los resultados mostraron que los distintos regímenes político-morales no solo condicionaron externamente las posibilidades de existencia de estas mujeres, sino que también produjeron formas diferenciadas de narrar la lesbianidad en la vida cotidiana y de gestionar la visibilidad en distintos ámbitos de la vida. Los hallazgos se organizaron en cuatro ejes temático-interpretativos: regímenes de invisibilidad y configuraciones del miedo; la sociabilidad como práctica de reconocimiento; las divisiones generacionales en la construcción de la identidad; y la reactivación contemporánea y las continuidades traumáticas. Se concluye que las diferencias generacionales identificadas no pueden explicarse únicamente por el momento histórico vivido durante la juventud, sino por la articulación entre ese pasado y el presente de cada grupo. Asimismo, la conquista de derechos formales no sustituyó, para ninguno de los grupos, formas más profundas de reconocimiento y pertenencia.
Descargas
Citas
Agência Brasil (2023). Casamentos homoafetivos no Brasil aumentam 149% em nove anos. In https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-12/casamentos-homoafetivos-no-brasil-aumentam-149-em-nove-anos. Accedido el 10 de febrero de 2026.
Almeida, F. G. (2024). Quantas vezes morremos? História oral, memória e narrativas de negras lésbicas da Coletiva Luana Barbosa [Dissertação de mestrado, Universidade de São Paulo]. Repositório USP.https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8161/tde-08102025-104054/pt-br.php.
Balieiro, F. F. (2018). Não se meta com meus filhos: a construção do pânico moral da criança sob ameaça. Cadernos Pagu, 53: e185306. https://doi.org/10.1590/18094449201800530006 DOI: https://doi.org/10.1590/18094449201800530006
Bosi, E. (1987). Memória e sociedade: Lembranças de velhos. Edusp.
Bosi, E. (2003). O Tempo Vivo da Memória: Ensaios de Psicologia Social. Ateliê Editorial.
Butler, J. (1990/2003). Problemas de gênero: Feminismo e subversão da identidade. Civilização Brasileira: Rio de Janeiro.
Brasil. Supremo Tribunal Federal (2011). Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental nº 132/RJ e Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 4277. Relator: Min. Ayres Britto. Brasília: STF.
Braun, V. & Clarke, V. (2021). Thematic analysis: a practical guide. SAGE: London.
Caproni Neto, H. L. & Bicalho, P. P. G. (2017). Violência simbólica, lesbofobia e trabalho: um estudo em Juiz de Fora. HOLOS, 4, 249–265. https://doi.org/10.15628/holos.2017.5871. DOI: https://doi.org/10.15628/holos.2017.5871
Collins, P., & Bilge, S. (2021). Interseccionalidades. Boitempo.
Conselho Nacional de Justiça (2013). Resolução nº 175, de 14 de maio de 2013. Dispõe sobre a habilitação, celebração de casamento civil, ou de conversão de união estável em casamento, entre pessoas de mesmo sexo. Diário da Justiça Eletrônico: Brasília.
Costa, M. S. C. & Holanda, V. C. C. (2021). História de vida e método autobiográfico – uma nova perspectiva de formação – a autoformação. Práticas Educativas, Memórias e Oralidades, 3(2): e324380. https://doi.org/10.47149/pemo.v3i2.4380 DOI: https://doi.org/10.47149/pemo.v3i2.4380
Crenshaw, K. (2002). Documento para o encontro de especialistas em aspectos da discriminação racial relativos ao gênero. Revista Estudos Feministas, 10(1): 171-188. https://doi.org/10.1590/S0104-026X2002000100011 DOI: https://doi.org/10.1590/S0104-026X2002000100011
Cuba, L. (2018). La construcción de la identidad lesbiana en el marco de familias heteronormativas en Lima Metropolitana. Debates en Sociología, (46), 33-61. https://doi.org/10.18800/debatesensociologia.201801.002 DOI: https://doi.org/10.18800/debatesensociologia.201801.002
Dantas, A. J. L. (2021). Narrativas de histórias de vida de idosas lésbicas: Interseccionalidade entre velhice, gênero e sexualidade. Dissertação de Mestrado não publicada. Programa de Pós-graduação em Psicologia, Universidade Federal do Ceará.
Dias, B. de O., Santos, J. N., Jordão, L. R., Teodoro, S. de A. C., Paixão, S. de O., & Gracio, A. L. R. (2025). Invisibilidade lésbica na saúde: a influência da heteronormatividade compulsória nos cuidados em enfermagem. REVISTA DELOS, 18(68), e5526. https://doi.org/10.55905/rdelosv18.n68-094 DOI: https://doi.org/10.55905/rdelosv18.n68-094
Domingues, J. M. (2002). Gerações, modernidade e subjetividade coletiva. Tempo Social, 14(1): 67-89. https://doi.org/10.1590/S0103-20702002000100004 DOI: https://doi.org/10.1590/S0103-20702002000100004
Facchini, R. & França, I. L. (2009). De cores e matizes: sujeitos, conexões e desafios no Movimento LGBT brasileiro. Sexualidad, Salud y Sociedad, 3: 54-81.
Fernandes, M. (2014). Lésbicas e a ditadura militar: uma luta contra a opressão e por liberdade, en Green, J. N. & Quinalha, R. (Orgs.), Ditadura e homossexualidades: repressão, resistência e a busca da verdade. Ed. UFSCar: São Carlos: 125-148.
Fernandes, M., Soler, L. D. & Leite, M. C. B. P. (2018). Saúde das mulheres lésbicas e atenção à saúde: nem integralidade, nem equidade diante das invisibilidades. Boletim do Instituto de Saúde — BIS, 19(2), 37–46. DOI: https://doi.org/10.52753/bis.2018.v19.34590 DOI: https://doi.org/10.52753/bis.2018.v19.34590
Fico, C. (2004). Versões e controvérsias sobre 1964 e a ditadura militar. Revista Brasileira de História, 24(47): 29-60. https://doi.org/10.1590/S0102-01882004000100003 DOI: https://doi.org/10.1590/S0102-01882004000100003
Firmino, C. R., & Matias, K. D. (2024). Violências contra mulheres lésbicas. Terra sem Amos.
Fonseca, I. dos S., & Guedes, L. M. M. (2024). O papel dos movimentos estudantis no Brasil durante o processo de redemocratização (1979 a 1985): Uma revisão da literatura. Revista Campo da História, 9(2), e225. https://doi.org/10.55906/rcdhv9n2-001 DOI: https://doi.org/10.55906/rcdhv9n2-001
Foucault, M. (2009). História da sexualidade I: a vontade de saber (19ª ed.). Graal: Rio de Janeiro. (Obra original publicada em 1976).
Fraser, N. (2006). Da redistribuição ao reconhecimento? Dilemas da justiça numa era pós-socialista. (J. A. Simões, Trad.). Cadernos de Campo, 14/15: 231-239. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v15i14-15p231-239 DOI: https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v15i14-15p231-239
Gimeno, B. (2005). Historia y análisis político del lesbianismo: la liberación de una generación. Editorial Gedisa: Barcelona.
Henning, C. E. (2014). Paizões, tiozões, tias e cacuras: Envelhecimento, meia idade, velhice e homoerotismo masculino na cidade de São Paulo [Tese de doutorado, Universidade Estadual de Campinas]. Repositório da Produção Científica e Intelectual da Unicamp.
Henning, C. E. (2016). A velhice é sempre heterossexual e cisgênero? A Gerontologia LGBT e a formação dos idosos LGBT. Vibrant, 13(1), 132-154. https://doi.org/10.1590/1809-43412016v13n1p132 DOI: https://doi.org/10.1590/1809-43412016v13n1p132
IPEA & FBSP (2024). Violência contra a população LGBTQIAPN+, en Atlas da Violência 2024. FBSP: São Paulo: 60-104
Ire, B., Silva, C. D. & Lenzi, M. H. (2019). Ser lésbica na ditadura: vida e militância sob estado de exceção, en Wolff, C. S., Zandoná, J. & Mello, S. C. (Orgs.), Mulheres na luta: Feminismo e esquerdas no Brasil (1964-1985). Appris: Curitiba: 189-212.
Junqueira, R. D. (2018). A invenção da "ideologia de gênero": A emergência de um cenário político-discursivo e a elaboração de uma retórica reacionária antigênero. Revista Psicologia Política, 18(43): 449-502.
Karpinski, M., & Santos, K. A. dos (2019). Discursos de violência contra mulheres LBT. PSI UNISC, 3(2), 55-71. https://doi.org/10.17058/psiunisc.v3i2.13392 DOI: https://doi.org/10.17058/psiunisc.v3i2.13392
Kehl, M. R. (2010). Tortura e sintoma social, en Teles, E. & Safatle, V.(Orgs.), O que resta da ditadura: a exceção brasileira. Boitempo: São Paulo: 123-132.
Lima, L. F. & Saldanha, A. A. W. (2020). (In)visibilidade Lésbica na Saúde: Análise de Fatores de Vulnerabilidade no Cuidado em Saúde Sexual de Lésbicas. Psicol. cienc. prof. 40. https://doi.org/10.1590/1982-3703003202845 DOI: https://doi.org/10.1590/1982-3703003202845
Mannheim, K. (1993). El problema de las generaciones. Revista Española de Investigaciones Sociológicas, 62(93), 193-242. https://doi.org/10.2307/40183643 DOI: https://doi.org/10.2307/40183643
Martín-Baró, I. (1989). Sistema, grupo y poder: Psicología social desde Centroamérica II. UCA Editores: San Salvador.
Martín-Baró, I. (2003). Poder, ideología y violencia. Trotta: Madrid.
Martins, L. B. (2021). Em busca das lésbicas na produção acadêmica: Gênero, feminismos e Ensino Superior. Dissertação de Mestrado não publicada. Programa de Pós-graduação em Educação, Universidade Federal de Juiz de Fora.
Martínez Rodas, A. M., Torres Tavera, M. O., Arias Fornara, M. V., & la Luz Baquete, M. (2024). Historias infames, historias hermosas de gais y lesbianas en Uruguay: Cambios y continuidades en el estigma de la homosexualidad. RELIES: Revista del Laboratorio Iberoamericano para el Estudio Sociohistórico de las Sexualidades, (11), 22-39. https://doi.org/10.46661/relies.8478 DOI: https://doi.org/10.46661/relies.8478
Miskolci, R. & Balieiro, F. F. (2023). The moralization of politics in Brazil. International Sociology, 38(4): 480-496. https://doi.org/10.1177/02685809231180879 DOI: https://doi.org/10.1177/02685809231180879
Miskolci, R. & Campana, M. (2017). "Ideologia de gênero": Notas para a genealogia de um pânico moral contemporâneo. Sociedade e Estado, 32(3): 725-748. https://doi.org/10.1590/s0102-69922017.3203008 DOI: https://doi.org/10.1590/s0102-69922017.3203008
Nogueira, M. L. M., Barros, V. A., Araujo, A. D. G. & Pimenta, D. A. O. (2017). O método de história de vida: A exigência de um encontro em tempos de aceleração. Pesquisas e Práticas Psicossociais, 12(2): 466-485.
Nogueira, N. C.. (2021). Lésbicas negras em movimento. Revista Estudos Feministas, 29(3), e82642. https://doi.org/10.1590/1806-9584-2021v29n382642 DOI: https://doi.org/10.1590/1806-9584-2021v29n382642
Passeggi, M. C. (2021). Reflexividade narrativa e poder auto(trans)formador. Revista Práxis Educacional, 17(44): 93-113. https://doi.org/10.22481/praxisedu.v17i44.8018 DOI: https://doi.org/10.22481/praxisedu.v17i44.8018
Pistella, J., Rosati, F., & Baiocco, R. (2022). Feeling safe and content. Journal of Lesbian Studies, 27(1), 41-59. https://doi.org/10.1080/10894160.2022.2087344 DOI: https://doi.org/10.1080/10894160.2022.2087344
Pollak, M. (1989). Memória, esquecimento, silêncio. Estudos Históricos, 2(3): 3-15.
Pollak, M. (1992). Memória e identidade social. Estudos Históricos, 5(10): 200-212.
Quinalha, R. (2021). Contra a moral e os bons costumes: A ditadura e a repressão à comunidade LGBT (1964-1988). Companhia das Letras: São Paulo.
Quinalha, R. (2022). Movimento LGBTI+: uma breve história do século XIX aos nossos dias. Autêntica: Belo Horizonte.
Rich, A. (2010). Heterossexualidade compulsória e existência lésbica. Bagoas, 5: 17-44. (Obra original publicada em 1980).
Rios, R. R. (2022). Proteção de direitos LGBTQIA+ no Direito brasileiro: momentos e descompassos jurídicos e políticos. Revista de Investigações Constitucionais, 9(3): 659-680. https://doi.org/10.5380/rinc.v9i3.85903 DOI: https://doi.org/10.5380/rinc.v9i3.85903
Risk, E. N., Piran, M., Oliveira, W. A., & Santos, M. A. (2023). Relações afetivo-sexuais: Concepções e representações de jovens universitários de classes médias. Psico, 54(1), e39108. https://doi.org/10.15448/1980-8623.2023.1.39108 DOI: https://doi.org/10.15448/1980-8623.2023.1.39108
Roseno, C. P. (2022). Trajetórias de professoras lésbicas na educação básica: Saberes docentes como resistência. Tese de Doutorado não publicada. Programa de Pós-graduação em Educação, Universidade Federal de Juiz de Fora.
Rovai, M. G. O. (2020). "A gente é pessoa!": narrativas de mulheres trans sobre Direitos Humanos. Tempo e Argumento, 12(29): e0105. https://doi.org/10.5965/2175180312292020e0105 DOI: https://doi.org/10.5965/2175180312292020e0105
Rodrigues, R. C., Veras, E. F. & Schmidt, B. B. (2021). Clio sai do armário: Historiografia LGBTQIA+. Letra e Voz: Porto Alegre.
Sanches, S. R. S. (2018). Antigamente essas coisas não existiam: Pensando a invisibilidade lésbica a partir da história de vida de uma mulher mais velha autodenominada homossexual no interior da Bahia. Comunicação apresentada ao Encontro Internacional da Rede Feminista Norte e Nordeste de Estudos e Pesquisa sobre Mulher e Relações de Gênero (REDOR), Salvador, 4 a 7 de dezembro de 2018.
Santana, M. A. (2008). Ditadura militar e resistência operária: o movimento sindical brasileiro do golpe à transição democrática. Política & Sociedade (UFSC), 7(13), 279-309. https://doi.org/10.5007/2175-7984.2008v7n13p279 DOI: https://doi.org/10.5007/2175-7984.2008v7n13p279
Sarmento, M. J. (2005). Gerações e alteridade: Interrogações a partir da sociologia da infância. Educação & Sociedade, 26(91): 361-378. https://doi.org/10.1590/S0101-73302005000200003 DOI: https://doi.org/10.1590/S0101-73302005000200003
Scott, J. W. (1992). Experience. In J. Butler & J. W. Scott (Eds.), Feminists theorize the political, Routledge, 22-40.
Sedgwick, E. K. (2007). A epistemologia do armário. Cadernos Pagu, (28), 19-54. https://doi.org/10.1590/S0104-83332007000100003 DOI: https://doi.org/10.1590/S0104-83332007000100003
Silva, A. N. & Gomes, R. (2021). Acesso de mulheres lésbicas aos serviços de saúde à luz da literatura. Ciência & Saúde Coletiva, 26(supl. 3), 5351–5360. DOI: https://doi.org/10.1590/1413-812320212611.3.34542019 DOI: https://doi.org/10.1590/1413-812320212611.3.34542019
Silveira-Barbosa, P. & Silveira de Oliveira, A. (2023). Arquivo Lésbico Brasileiro (ALB): o "levante da memória" e a construção de uma rede dissidente. Cadernos de Gênero e Diversidade, 9(4). DOI: https://doi.org/10.9771/cgd.v9i4.55333
Souza, M. C. G. (2020). Identidade, sexualidade e gênero: Uma análise de narrativas de mulheres lésbicas mães [Dissertação de mestrado, Universidade Federal de Goiás]. Repositório BC UFG. https://repositorio.bc.ufg.br/tede/handle/tede/10650
Souza, M. C. N. de, & Souza, M. L. de (2020). A igreja católica te condena, a igreja evangélica te condena. Revista Eletrônica Multidisciplinar Pindorama, 11(1), 9-23. https://doi.org/10.55847/pindorama.v11i1.817 DOI: https://doi.org/10.55847/pindorama.v11i1.817
Souza, J. A. & Chacham, A. (2023). O processo de envelhecimento e as redes de sociabilidade lésbica na cidade de Belo Horizonte entre os anos 1970 e 2000: a potência dos vínculos de amizade se materializando em saúde. VirtuaJus, 8(15): 78-92. https://doi.org/10.5752/P.1678-3425.2023v8n15p78-92 DOI: https://doi.org/10.5752/P.1678-3425.2023v8n15p78-92
Tomizaki, K. (2010). Transmitir e herdar: o estudo dos fenômenos educativos em uma perspectiva intergeracional. Educação & Sociedade, 31(111): 327-346. https://doi.org/10.1590/S0101-73302010000200003 DOI: https://doi.org/10.1590/S0101-73302010000200003
Wittig, M. (2002). The straight mind and other essays. Beacon Press. (Trabalho original publicado em 1992).
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Carolina Serrati Moreno, Eduardo Name Risk

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.



