A adaptação da Inteligência Artificial aos direitos humanos
DOI:
https://doi.org/10.46661/respublica.13516Palavras-chave:
Inteligência artificial, privacidade, não discriminação, dignidade humanaResumo
A inteligência artificial (IA) é uma realidade que tem vindo a penetrar na vida quotidiana mais rapidamente do que se percebe no dia-a-dia; no entanto, só com o surgimento do ChatGPT é que nos apercebemos dessa realidade. As investigações, que remontam a 1950, avançaram a tal ponto que estamos atrasados na regulamentação de como a IA deve respeitar os direitos básicos do ser humano, tais como a dignidade, a privacidade e a não discriminação. De acordo com algumas das fontes consultadas para este texto, pude constatar que é necessária uma sensibilização por parte daqueles que estão a impulsionar a revolução tecnológica, menção esta feita reconhecendo que não cabe a este setor o desenvolvimento de direitos, mas sim conhecer o seu alcance. Este trabalho tem como objetivo fazer uma análise dos dilemas do uso da Inteligência Artificial (IA) e de alguns direitos pessoais, que, desde a sua promulgação — tal como todos os direitos deste tipo —, têm tido um alcance de acordo com o momento social de impacto universal em que nos encontramos; por isso, com a revolução tecnológica e sob o pretexto da mesma, o núcleo essencial dos direitos humanos (DH) foi afetado e, por conseguinte, é obrigatório avançar na forma como estes devem ser tutelados pelos Estados.
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